Saindo do supermercado, um homem se depara com uma inusitada procissão de
>funeral.
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> > Primeiro, vinha um caixão preto.
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> > Depois, um segundo caixão preto.
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> > Em seguida, um homem sozinho levando um pitbull na coleira.
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> > Finalmente, atrás dele, uma longa fila indiana só de homens.
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> > Sem conseguir conter a curiosidade, ele se aproxima delicadamente do homem
>com o cachorro e diz:
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> > - Meus sentimentos por sua perda. Eu sei que o momento não é apropriado,
>mas... eu nunca vi um enterro assim... O senhor poderia me dizer quem
>faleceu?
> >
> >
> > -Bem... no primeiro caixão está a minha esposa.
> >
> >
> > -Sinto muitíssimo! O que aconteceu com ela?
> >
> >
> > -Meu cachorro... Ele a atacou...
> >
> >
> > -Que tragédia! .... E o segundo caixão?
> >
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> > -Minha sogra... Ela tentou salvar a filha...
> >
> >
> > Silêncio consternado e pungente. Os dois homens olham-se nos olhos.
> >
> >
> > -Me empresta o cachorro?
> >
> >
> > -Entra na fila...
a sogra do cumpade tinha morrido, e quatro caras estavam levando o caixão, o cumpade tava segurando uma cachorra magricela numa coleira e tinha uma fila de homens que ia de uma esquina na outra.
Daí chegou um cara(o outro cumpadi) e disse:
-uai cumpadi, quem é que é que morreu aí, sô¿
-uai,sô, graça a deus foi minha sogra!
-uai cumpadi, mais de que q'ela morreu¿
-cê tá vendo essa cachorra aqui¿ pis eh, num é que ela danô de mordê na véia daí ela ficô duente e morreu!
-mais nossa sinhora, sô! e sera que num tem jeito d'ocê mi emprestá essa cachorra NÃO, sô¿
-óia cumpadi, imprestá eu impresto, mais ocê vai tê que pegá a fila!